Prioridades

Atualizado: 2 de Jul de 2018

Nos dias atuais é comum reclamar da falta de tempo...

“Ah, o dia precisava ter 36 horas para eu fazer tudo o que preciso”.

Bullshit!!! Na verdade, o que temos é falta de prioridades, sem saber o que fazer com o tempo.


Existem inúmeros estudiosos que já nos ensinaram o que é necessário fazer para equilibrar todas as tarefas da Roda da Vida, desde o trabalho até os hobbies, passando pela vida social, espiritual, estudos e sentido de realização.


Christian Barbosa, especialista em produtividade pessoal e empresarial, ensina a Tríade do Tempo classificando nossas atividades em Importantes, Urgentes ou Circunstanciais. Importante é algo que tem prazo para ser feito, vai trazer resultados para você a curto, médio ou longo prazos; ações conectadas à missão de vida pessoal. Urgentes são todas as atividades em que o prazo terminou ou está curto e devem ser feitas imediatamente, trazendo estresse ou pressão. Circunstanciais são aquelas que desperdiçam seu tempo, normalmente feitas em excesso. O modelo ideal é ter 70% de atividades Importantes, 20% de Urgentes e 10% de Circunstancial.


Mas garanto que você deve ser o bombeiro que está sempre tratando das urgências.


Já o renomado Stephen Covey, autor do best-seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, trouxe à luz a Matriz Urgente-Importante baseada do “Princípio Eisenhower”, onde distribuímos nossas tarefas com base no quadrante abaixo.


  1. Urgente e Importante: problemas urgentes e de última hora, projetos com prazos definidos e muita pressão. É o Quadrante do Inevitável, que traz estresse, esgotamento e sensação de correr na roda do hamster.

  2. Não-Urgente e Importante: tarefas de preparação, planejamento, análise, prevenção. É o quadrante da Qualidade que, se não for realizado conduz ao primeiro quadrante.  Resulta em equilíbrio, visão e perspectiva.

  3. Urgente e Não-Importante: tende a ter interrupções, urgências demandadas por outros, ligações telefônicas e reuniões, formando as chatices do quadrante da Decepção. Tem foco somente no curto prazo e tarefas corriqueiras.

  4. Não-Urgente e Não-Importante: tarefas agradáveis mas secundárias, que consomem tempo em demasia e não trazem benefícios verdadeiros. Um bom exemplo é o tempo gasto com internet, Face, Zap, fofocas, criando o quadrante do Desperdicio. Denota irresponsabilidade.


Como é fácil notar, precisamos trabalhar bem no segundo quadrante, o da Qualidade, que minimizará as tarefas do primeiro e terceiro quadrantes, e praticamente, eliminando o quadrante do Desperdício.


Outro modelo interessante é o Quadrante de Influências e Prioridades, onde separamos as tarefas de acordo com a necessidade de cada uma e a interferência que cada uma delas tem em outras atividades que dela dependem. Pode servir de base ou de complemento à matriz de Stephen Covey.


Chega de desculpas esfarrapadas de que não tem tempo, que está matando um leão por dia ou qualquer outra frase feita ou crença arraigada. Se os tempos estão difíceis, racionalize um pouco e reflita sobre suas prioridades e planeje aquilo que realmente pode melhorar ou mudar a situação. E mãos à obra em direção ao sucesso.

“O que é importante é raramente urgente, e o que é urgente é raramente importante”. Dwight D. Eisenhower



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