Como elaborar um fluxo de caixa?


Em períodos de crise, o cenário econômico mostra-se complicado e incerto, tirando o sono de muitos empresários, principalmente aqueles responsáveis por micro e pequenas empresas.


Uma das ferramentas básicas que o empreendedor precisa ter sempre a mão e que lhe permite se preparar para esses momentos é o fluxo de caixa. Apesar de parecer clichê falar sobre a elaboração e utilização de um fluxo de caixa, a grande maioria das micro empresas ainda não o utiliza, e as que utilizam não dão a atenção devida, impossibilitando que seja realizada uma gestão financeira eficiente, e muito menos um planejamento de médio a longo prazo.


Se você é um empreendedor que ainda não utiliza essa ferramenta tão importante para a gestão de um negócio, abaixo listo algumas dicas de como criar e gerenciar o fluxo de caixa da sua empresa.


Para que você possa começar a registrar suas contas, antes é necessário que você organize seus pontos de receitas e despesas, assim ficará muito mais fácil para realizar as análises futuras. A esse agrupamento, categorização ou organização desses pontos, dá-se o nome de plano de contas. Mas como realizar essa categorização?


Primeiramente em quais são as formas do seu negócio gerar receita, seja por simples venda de produtos, ou por prestação de serviços. Se quiser ser mais específico, pode-se subdividir por tipo de serviços ou produtos específicos. Cada caso é um caso, e cada negócio tem suas especificidades, por isso uma análise é necessária para que seu plano de contas realmente entregue os relatórios que você precisa quando for necessário.


Depois de organizar suas receitas, é hora de organizar as despesas. Da mesma forma como as receitas, o ideal é realizar uma análise, pois quanto mais personalizada para a necessidade específica do seu negócio, mais eficientes serão os relatórios, mas para um modelo inicial, você pode começar agrupando pelo padrão.


No padrão, você pode dividir suas despesas em vai dividir suas despesas em fixas e variáveis, onde as fixas são todas as aqueles que independente do que acontecer ao lingo do mês você tem que pagar, como aluguel, energia ou funcionários. Já as variáveis são despesas que mudam de acordo com as atividades realizadas ao longo do mês, como combustível, telefone ou custos operacionais. Tente dividir todas suas contas e enquadrá-las e um desses dois grandes grupos, já será um bom começo para as análises futuras. Por fim, não esqueça de adicionar uma divisão que sejam lançados os impostos, pois eles terão grande impacto quando considerados em suas análises financeiras.


Depois de elaborado seu plano de contas basta você lançar nele os valores a serem pagos e recebidos. Se você tiver os valores reais, melhor ainda, mas no caso de não ter, você pode lançar valores previstos aproximados dos valores que devem ser os reais. Dessa forma você conseguirá ter uma visão de como estarão suas finanças no futuro se tudo correr de acordo com o cenário que você está projetando.


Isso irá permitir que você realize várias projeções, de vários cenários distintos, e dessa forma elabore estratégias que melhor atendam as necessidade financeiras reais da sua empresa no médio e longo prazo, pois você saberá antecipadamente que, por exemplo, no final do ano precisará de um valor adicional no seu caixa para que possa realizar os pagamentos de décimo terceiro de seus colaboradores. Sabendo disso, ações como reservar esse valor antecipadamente mês a mês, garantirá que essa dívida seja paga com tranquilidade quando chegar a hora certa.


Se você ainda não tem esse tipo de informação, comece já a criar o seu planejamento financeiro, e elabore suas projeções de fluxo de caixa. Isso irá te garantir muito mais segurança e tranquilidade para gerir o seu negócio.

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